Palco da Feira

A Feira da Serra 2011…tem o melhor tempero de sempre…tem sabor a tradição, a inovação e a bons momentos que sabem bem recordar!
Nesta edição iluminada pelo brilho do azeite, a animação continua a fazer a festa em palco com uma oferta diversificada de música e dança. Durante as 3 noites da Feira da Serra, muitas serão as propostas de animação a passar pelos 2 Palcos da Feira: Palco Principal e Palco Sonoridades.
Em 2011, as noites temáticas: Noite Jovem, Noite de Lua Nova e Noite Portuguesa prometem noites de ritmos intensos e alegria contagiante…

A Juventude são-brasense abre uma vez mais o Palco Principal da Feira da Serra, com a actuação dos Lipstick, na sexta-feira, a partir das 21h30. Esta banda com representação de jovens são-brasenses reinventa temas de jazz, blues, funk, rock, soul e reggae desde a década de 50 até aos dias de hoje.

A boa disposição entra em palco pelas 23h00, pela voz de Marco Horácio e o tão conhecido Rouxinol Faduncho, um fado que traz à cena a música tradicional portuguesa, acompanhada por letras de humor para jovens de todas as idades.

O final da noite convida a um pezinho de dança ao som de Luis Filipe e Vitor Alves e sua banda, um grupo que tem como vocalistas 2 jovens são-brasenses com uma vasta experiência em palco e muitas músicas populares para uma noite que se quer jovem!

No sábado, dia 30, o Palco Principal oferece banhos de Lua Nova…
Abrem o palco os sons relaxantes do músico Rão Kyao. Este artista português iniciou a sua carreira como intérprete de saxofone aos 19 anos e percorreu o mundo inspirando novas sonoridades e novos instrumentos de sopro, como a flauta bansuri e a flauta de bambu, num processo construtivo de músicas suaves e intensas como o sopro que lhes dá vida.
Segue-se o glamour o São Brás Fashion 2011, um desfile de moda que leva à passerelle jovens são-brasense vestidos e adornados com o melhor do comércio local. As roupas, os sapatos, os acessórios, os produtos de beleza… saem das prateleiras mais reservadas do comércio local e ganham corpo neste desfile original, que começa a 4 patas e termina num casamento entre o fado e a cortiça.

No final da noite os ritmos de João Paulo Cavaco convidam a um banho de raios lunares ao som de músicas românticas e enérgicas preparadas para dançar a dois.

No Domingo, dia 31, a Noite Portuguesa começa ao som dos Cante Andarilho, um agrupamento musical que explora a música de raiz tradicional e a produção melódica, vestindo-a de diferentes roupagens e trazendo a palco o fado tradicional e de autor. Em palco as tradições musicais portuguesas surgem reinventadas, mas sempre com a alegria contagiante de quem revitaliza sonoridades de um passado que volta ao presente através da música.

Sempre em bom português a noite prossegue com os êxitos de um dos músicos mais populares de sempre, Quim Barreiros. Quem não se lembra da “Cabritinha”, da “Garagem da vizinha”, ou do cheiro do “Bacalhau da Maria”… num sem fim de melodias cuja história se confunde com a história popular do país, ao longo de mais de 4 décadas de carreira.
Quim Barreiros encerra com chave popular a Feira da Serra com um espectáculo repleto de boa música popular e muita boa disposição.

A animação é também a convidada de honra do palco II da Feira - o Palco Sonoridades.
Criado em 2007 para acolher momentos de música e dança, o Palco Sonoridades é uma referência no recinto, acolhendo os acordes tradicionais e as novas tendências da dança e da música portuguesa.
Na edição deste ano o palco vibra ao som da música tradicional algarvia, ganha vida na precisão de voz dos grupos corais e revela toda a tradição do corridinho, da sensualidade das danças de salão e da energia do jazz, entre muitos outros ritmos que sobem ao palco durante 3 noites de pura magia.
Em destaque, a participação do grupo convidado “DOINA”, com música e dança da Roménia, numa participação intercultural que faz deste palco, uma vez uma ponte de sonoridades para juntar as mais diversas culturas.
E sempre às 20h30, a Hora é Sénior com a participação de grupos de música e dança que procuram mostrar que a arte e a cultura não têm idade.